Desenho feito como estudo de pintura digital. Muita enrolação e ainda tem muito pra melhorar!! Volto a postar depois de um ano! Vamos ver 2021 como tu será?!!
Desenho digital A3
3508 x4960 px
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2021
Estudo de Desenho
quinta-feira, 16 de janeiro de 2020
Oficina de projetos para o FIC 2020
Amanhã acontece uma última oficina para formulações de projetos pr o Fundo De Investimentos Culturais de MS em Campo Grande será às 14h, no auditório do MIS (Museu da Imagem e do Som), na Avenida Fernando Corrêa da Costa, nº 511, no terceiro andar.
http://www.fundacaodecultura.ms.gov.br/dourados-aquidauana-e-campo-grande-terao-curso-de-capacitacao-de-projetos-para-o-fic/
http://www.fundacaodecultura.ms.gov.br/dourados-aquidauana-e-campo-grande-terao-curso-de-capacitacao-de-projetos-para-o-fic/
quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
Arte da Mesopotâmia - novos videos do canal Compacty
O canal Compaty lançou mais dois videos da nova saga sobre Períodos da historia das artes!
Os dois novos videos abordam a Mesopotâmia e as artes desenvolvidas ali na formação das primeiras "civilizações" na região do oriente médio!!
Assista, compartilhe e siga o canal!
Os dois novos videos abordam a Mesopotâmia e as artes desenvolvidas ali na formação das primeiras "civilizações" na região do oriente médio!!
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019
Art is going Bananas!!
Depois que Marcel DuChamp colocou um urinol dentro do museu lá no começo do século XX, o mundo das artes foi obrigado a se perguntar o que era arte, quem poderia fazer arte e o que pode ser arte. De lá pra cá muita coisa aconteceu e diversos movimentos surgiram e modificaram novamente nosso olhar sobre as artes.
Essa semana o artista estadunidendse David Datuna ficou famoso ao comer uma banana! A banana em questão era uma obra de arte conceitual de outro artista, Maurizio Catellan, a qual estava na feira Art Basel em Miami.
A obra era uma instalação na parede: Uma banana presa por um fita adesiva dessas prateadas conhecidas como silver tape. Chamada de "Comediante" a obra chegou a ser vendida por 120.000 dolares antes de participar da performance "fome de artista" como David chamou seu ato performático. Como a obra em si parte da ideia o artista comilão não foi processado e disse que estava muito boa a obra de Maurizio catellan e que ele estava com fome de arte!
Confira:
domingo, 8 de dezembro de 2019
OCUPA TUDO!
Abandonado e rifado pelo poder público às emprenteiras da capital, o Centro de Belas Artes, ou antiga futura rodoviária, foi palco pra ocupação das pinturas, videos e performances realizadas para a Bienal do Fim do Mundo, evento artístico promovido pelos acadêmicos do curso de Artes Visuais da UFMS.
Proposta como finalização de semestre dos cursos ministrados pela professora Patrícia Osses a Bienal apresentou ilustrações, zines, intervenções, grafitti, lambes, em vários formatos e tamanhos, video arte aconteciam num grande salão, projeções nas paredes começaram ao entardecer enquanto, em vários momentos, performances solo, de duplas e em grupo aconteciam pelos salões.
Quem se aventurava pelos corredores e salas vazias podia topar com algumas intervenções nas paredes, sem saber se fora feito para Bienal ou não.
Proposta como finalização de semestre dos cursos ministrados pela professora Patrícia Osses a Bienal apresentou ilustrações, zines, intervenções, grafitti, lambes, em vários formatos e tamanhos, video arte aconteciam num grande salão, projeções nas paredes começaram ao entardecer enquanto, em vários momentos, performances solo, de duplas e em grupo aconteciam pelos salões.
Quem se aventurava pelos corredores e salas vazias podia topar com algumas intervenções nas paredes, sem saber se fora feito para Bienal ou não.
terça-feira, 10 de outubro de 2017
COR: sob o prisma da ciência!
Em 1666 Sir Isaac Newton apresenta a sociedade seus estudos sobre cor a partir de experiências com prismas, apresentando os primeiros conceitos no que hoje são conhecidos como cor luz.
Em suas experiência ele isolava um raio solar através de um pequeno buraco na parede e, dentro deste quarto, sob o fio de luz um prisma era colocado e, através da refração, então, a luz era dividida em várias cores.
Newton elaborou alguns outros conceitos a partir de sua visão empiricista, ou seja, científica: observação de fatos e repetição. Por outro lado, outro cientista com um outro olhar mais poético sobre as cores também escreve sobre a relação. Doutrina das Cores apresenta os pensamentos de Johann Wolfgang von Goethe, contradizendo Newton, no quesito da divisão de cores, para este a luz era indivisivel.
No fim das contas os dois estudos contribuíram à sua maneira para a construção da teoria das cores;
Newton discorre sobre o que atualmente conhecemos como Cor-luz, os raios de luz e suas diviões, suas cores espectrais, explicadas pela síntese aditiva, ou seja, a soma das cores primárias ( R-red- vermelho; G-green-verder; B-blue-azul) resulta na cor branca, soma de todas as cores.
Enquanto Goethe estuda a relação de cor-pigmento, numa relação subtrativa, ou seja, retira a cor para chegar no branco. Assim as cores primárias consideradas é o Vermelho ( ou Magenta), Amarelo e Azul( ou Ciano), sendo o bracno ausência de cor (subtrativa, retira a cor) e o preto resultado da combustão (carvão).
Livro - Introdução a teoria da cor
Luciana Martha Silveira
sábado, 7 de outubro de 2017
Para Compreender a Arte - Sabadou! aqui é MTV, beach!
Se você conseguiu acompanhar as postagens desta semana pode ter percebido que a questão de arte pode ser enquadrada a partir de várias perspectivas, desde uma linha temporal seguindo a história humana e a aquisição e compreensão dos materiais a sua volta, a partir de um período histórico determinado e olhar do artista sobre ele, em cima de uma determinada linguagem ou da vivência de um artista e sua produção, construção de uma nova linguagem e mesmo da relação política de grupos ou sociedades em relação a arte produzida.
E sabadou e e agente (007) quer só curtir e ser MTV então pra curtir esse sabadão segue uma playlist pra linguagem aparecer: pop music na arte cinematográfica!
Mas o que é linguagem? e o que é linguagem cinematográfica? Deixa isso para uma próxima postagem, só segue:
PLANOS:
Na linguagem visual podemos considerar planos a relação da figura e o fundo, por exemplo, no clipe da Pablo podemos ver isso. Preste atenção na relação que há entre as personagens principais e o fundo, os planos entre os personagens, Pablo e Mateus, primeiro e segundo plano respectivamente, e o bar em terceiro plano. O corte do video mostra o que poodemos chamar de linguagem "MTV", cortes rápidos enquanto acompanha a batida da música. Chega de nerdisse, vamos pro clipe:
P.S. atenção par as cores, mais opacas no começo e mais chamativas ao final.
COMPOSIÇÃO:
É modo como dispomos a figura dentro de um quadro, no exemplo Jaloo é posicionado ao centro do quadro enquanto a câmera vagueia o olhar à sua frente. Interessante ver como a composição do quadro é pensada para que os movimentos do cantor dialoguem com toda a musica e para dar continuidade ao movimento de braços e mãos proposto pelo vídeo.
P.S. atenção nos efeitos gráficos, os braços se movem mais rápido e as figuras percorrem os planos de figura e fundo.
COR
Azul, amarelo e magenta são consideradas as cores primárias e a partir delas são feitas todas as outras cores. No clipe da Linn da Quebrada as cores sãos usada para destacar a figura da cantora em relação ao fundo e as figuras que percorrem o ambiente, e , principalmente, contrastar com a cidade cinza.
P.S. atenção no contraste usado entre o verde e rosa!
FOTOGRAFIA:
Planos, composição e cor fazem parte na construção da fotografia no audiovisual. Leona apresenta a construção destes conceitos para realização do clip em Não pode esquecer o guanto. Repare no contraste das cores , o posicionamento das personagens e os planos, e a movimentação de camera que compõe toda a fotografia do clipe.
P.S. NÃO PODE ESQUECER O GUANTO!
Esses elementos fazem parte da linguagem visual e podem ser apresentados em diversos suportes e linguagens.
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Para Compreender a arte - Isto não é arte.... é tortura!
Continuando a saga para compreender a arte, apresentamos um artigo sobre a arte proibida no Brasil durante o período da ditadura civil-militar. Demonstrando que não é de hoje que o ovos da serpente germinamem terras tropicais.
"O presente texto faz um percurso pela arte durante o período da ditadura militar no Brasil, analisando especificamente as propostas de obra como ação ou desmaterialização da obra de arte. Partindo da arte abstrata dos anos 1950 e 1960, da teoria do não objeto de Ferreira Gullar e das propostas do crítico Mário Pedrosa, o ensaio aborda obras de Willys de Castro, Ligya Clark, Artur Barrio, Cildo Meireles, Antônio Manuel e o grupo 3Nós3, assim como faz uma incursão pelo chamado boicote à Bienal de São Paulo de 1969."
É um artigo curto porém provocador com algumas imagens das obras. Faz uma relação com a ditadura da época e como é retratada a arte do período.
"O presente texto faz um percurso pela arte durante o período da ditadura militar no Brasil, analisando especificamente as propostas de obra como ação ou desmaterialização da obra de arte. Partindo da arte abstrata dos anos 1950 e 1960, da teoria do não objeto de Ferreira Gullar e das propostas do crítico Mário Pedrosa, o ensaio aborda obras de Willys de Castro, Ligya Clark, Artur Barrio, Cildo Meireles, Antônio Manuel e o grupo 3Nós3, assim como faz uma incursão pelo chamado boicote à Bienal de São Paulo de 1969."
É um artigo curto porém provocador com algumas imagens das obras. Faz uma relação com a ditadura da época e como é retratada a arte do período.
e não deixe de seguir:
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Para Compreender A Arte - Vida e obra de Frida Kahlo
Depois de passarmos rapidamente pelos contextos da linha do tempo da história da arte, pensarmos no prazer das esculturas de Bernini e indagarmos sobre novas linguagens possiveis na arte, hoje vamos adentrar numa das vidas mais conturbadas do século XX: FRIDA KAHLO!
A mexicana imortalizada e amada por diversos setores da arte e elevada a símbolo de empoderamento feminino teve uma vida marcada por tragédias, lutas e romances conturbados. Toda esse dramalhão não poderia deixar de refletir em suas pinturas: praticamente auto-retratos surrealista! "Não me vejo surrealista, apenas pinto a minha realidade!", diria ela sobre tal comparação.
O documentário direcionado para tv narra a vida da artista desde do nascimento na casa azul, passando pela adolescencia, o acidente que a deixa de cama por meses, seu relacionamento de praticamente quase toda vida com Diego Rivera, sua ascensão para o mundo e seus ultimos dias na casa Azul. O filme tem um tom bem documental e biográfico entretanto com um tom sensivel e forte como a personagem pede. Dublado.
e para saber mais sobre arte siga o canal COMPACTY:
A mexicana imortalizada e amada por diversos setores da arte e elevada a símbolo de empoderamento feminino teve uma vida marcada por tragédias, lutas e romances conturbados. Toda esse dramalhão não poderia deixar de refletir em suas pinturas: praticamente auto-retratos surrealista! "Não me vejo surrealista, apenas pinto a minha realidade!", diria ela sobre tal comparação.
O documentário direcionado para tv narra a vida da artista desde do nascimento na casa azul, passando pela adolescencia, o acidente que a deixa de cama por meses, seu relacionamento de praticamente quase toda vida com Diego Rivera, sua ascensão para o mundo e seus ultimos dias na casa Azul. O filme tem um tom bem documental e biográfico entretanto com um tom sensivel e forte como a personagem pede. Dublado.
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quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Para compreender a arte - Queridinha contemporânea
No quarto dia de documentários saímos um pouco das produções com grandes patrocínios e produções elencando dois curtas que abordam a linguagem mais bafônica do momento, capaz de ressucitar (voz da pablo) a turba da moral e bons costumes há boas épocas: a Perfomance-arte.
Perfoda-se é uma conclusão de curso "dirigido por Williane Gomes e Vanessa Paula Trigueiro a partir do encontro promovido pelo II Circuito Regional de Performance BodeArte em Natal - RN, no mês de maio de 2012.
Este filme é também resultado de uma parceria com o Coletivo ES3, produção BodeArte, e com todos os parceiros que carinhosamente colaboram presencialmente e à distância com o Circuito BodeArte, resistindo, re-insistindo e re-existindo na possibilidade da performance no Brasil."
Os diretores entrevistam performers e pesquisadores de arte performática, com um olhar direto e alguns ângulos mais "desafiadores", registram performances diversas discorrendo juntos aos artistas sobre os conceitos e propostas da performance arte.
Seguindo a linha acadêmica uma outra conclusão de curso, de Barbara Lopez performer de Brasília - DF, aborda a perspectiva de 5 artistas performáticos: Yura, Tiago Salis, Bia Medeiros e Vicente de Paula. Por um olhar mais de registro das ações performativas o curta é uma boa chance ter um contato mais aproximado com a linguagem, com o bonus de cada artista ser entrevistado antes da realização de suas performances.
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terça-feira, 3 de outubro de 2017
Para compreender a arte - Bernini e o prazer na arte!
Neste terceiro post convido vocês para sentir prazer! O documentário de hoje faz parte de uma série de documentários do professor Simon Schama a partir da obra e vida de alguns artistas que se destacaram ao longo da historia.
e querendo saber mais segue o canal COMPACTY:
Somos apresentados ao artista Gian Lorenzo Bernini e uma de suas esculturas "O extase de Santa Tereza" a qual causou um rebuliço dentro da igreja! Ao abordar a vida do artista Simon apresenta os processos do escultor, contemporâneo a Caravaggio, e de tentar superar o mestre barroco através da escultura, suas aventuras de encontrar a pose certa, fato que o levou a experimentar a dor de queimar-se para desenvolver a expressão necessária, e sua relação com a igreja.
O documentário dramático segue bem o período abordado com uma captação de imagens detalhadas das esculturas e, com um direcionamento do narrador, nos coloca em contato íntimo com elas. Uma produção com de qualidade que vale muito a pena assistir!
O documentário é de 2006 e a BBC não libera os direitos pro youtube, a qualidade minima online é de 360p. Neste link os torrents para todos os episodios: https://culturacomlegenda.org/fcl/o-poder-da-arte-bbc-the-power-of-art-2006/
O documentário é de 2006 e a BBC não libera os direitos pro youtube, a qualidade minima online é de 360p. Neste link os torrents para todos os episodios: https://culturacomlegenda.org/fcl/o-poder-da-arte-bbc-the-power-of-art-2006/
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segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Para compreender a arte - Lascaux e suas pinturas
Continuando nossa proposta de trazer um documentário sobre a arte para cada dia da semana, seguimos com um documentário sobre as cavernas de Lascaux no Sul da França.
A caverna descoberta no começo do século XX guarda dentro das suas galerias imagens de animais e homens que viveram há milhares de anos. O documentário é bem didático e bem completo no que se trata da arte rupestre de Lascaux, com comparações de períodos artísticos da caverna e uma montagem bem explicativa de seus desenhos, suas cores e suas relações com as hipoteses apresentadas pelos estudiosos da caverna.
Com uma narração tranquila e imagens de diversas partes da caverna, apresenta questões de proporção, linhas, composição e todo um tramite de conceitos elementares das imagens visuais apresentados pelas figuras feitas a mais de 3.000, 5.000. 10.000 anos atrás.
Fiquem ligado na parte de leitura das imagens e quais hipoteses levaram os artistas daquela época a fazer desenhos nas paredes. O link está em baixa qualidade mas mesmo assim ainda vale a pena ganhar uma hora a mais de conhecimento! Boa exploração!
e pra saber mais segue o canal Compacty:
A caverna descoberta no começo do século XX guarda dentro das suas galerias imagens de animais e homens que viveram há milhares de anos. O documentário é bem didático e bem completo no que se trata da arte rupestre de Lascaux, com comparações de períodos artísticos da caverna e uma montagem bem explicativa de seus desenhos, suas cores e suas relações com as hipoteses apresentadas pelos estudiosos da caverna.
Com uma narração tranquila e imagens de diversas partes da caverna, apresenta questões de proporção, linhas, composição e todo um tramite de conceitos elementares das imagens visuais apresentados pelas figuras feitas a mais de 3.000, 5.000. 10.000 anos atrás.
Fiquem ligado na parte de leitura das imagens e quais hipoteses levaram os artistas daquela época a fazer desenhos nas paredes. O link está em baixa qualidade mas mesmo assim ainda vale a pena ganhar uma hora a mais de conhecimento! Boa exploração!
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domingo, 1 de outubro de 2017
Para compreender a arte!
Sempre que o discurso da ignorância aparece surge uma oportunidade para proliferação do ódio e da violência. E neste momento é necessário ressaltar e reavivar a memória e a história. Então esta semana, começando por hoje, vamos buscar documentários que abordam a história da arte de forma didática e com uma linguagem de fácil entendimento.
O primeiro documentário é um bem direto e objetivo ao apresentar, com um rico suporte de imagens, uma introdução à história da arte. O diretor Douglas Tufano narra apontando pontos fortes de movimentos e obras que se destacaram ao longo da historia. Com 58 minutos é um documentário de fácil entendimento e mostra um grande acervo de obras indo das cavernas de lauscaux até os movimentos modernos do começo do século XX.
e pra quem quiser saber mais, siga o canal Compacty:
O primeiro documentário é um bem direto e objetivo ao apresentar, com um rico suporte de imagens, uma introdução à história da arte. O diretor Douglas Tufano narra apontando pontos fortes de movimentos e obras que se destacaram ao longo da historia. Com 58 minutos é um documentário de fácil entendimento e mostra um grande acervo de obras indo das cavernas de lauscaux até os movimentos modernos do começo do século XX.
e pra quem quiser saber mais, siga o canal Compacty:
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Outras narrativas: Conversa com Rafael Coutinho
Rafael Coutinho, quadrinista brasileiro, ministrou em Campo Grande, uma oficina onde este propõe um outro olhar sobre a narrativa das imagens, dos quadrinhos, etc. A partir de propostas práticas, fomos conduzidos por alguns jogos de imagens e palavras, construindo assim, narrativas diversas sob um olhar despretensioso e livre.
O autor de Cachalote, cedeu uma breve entrevista e deixou um convite para a Desgráfica, evento de publicações independentes que acontece no MIS em São Paulo nos dias 4 e 5 de novembro deste ano. Confira abaixo:
O autor de Cachalote, cedeu uma breve entrevista e deixou um convite para a Desgráfica, evento de publicações independentes que acontece no MIS em São Paulo nos dias 4 e 5 de novembro deste ano. Confira abaixo:
sexta-feira, 14 de abril de 2017
O intuito da Arte!
Dizem que ao terminar de pintar a parede, onde mostrava como os destinados a vida eterna - a caminho para o céu ou para o inferno - Miguel Ângelo foi confrontado a colocar roupas sobre os corpos nus que adornavam aquelas histórias para a vida eterna que a bíblia apresentava e a igreja pregava. O Papa Julio II não aprovou a visão do artista e, muito menos o artista aprovou que cobrissem seus corpos. Foram chamados outros pintores para cobri-los.
Michelangelo talvez teria sido preso ou mesmo morto muito antes num outro episódio, com o mesmo Papa, quando teria, sentido-se menosprezado por ter seus planos frustados: mais de 19 esculturas que previra para o mausoléu do próprio Papa, retornado a Florença. De Roma foi para florença e só voltou aos trabalhos quando o papa teria ido pessoalmente atrás dele. Não fosse a aura de gênio que carregava talvez nem saberíamos quem foi. De lá pra cá muita arte existiu e suas relações se transformaram no que diz respeito à sua forma, significados e funções entretanto o poder que emana dela é sempre temido e suas imagens questionadas. Por isso mesmo as formas de artes e as relações de identidade e cultura serão sempre as primeiras a serem destruídas e atacadas. Podemos observar no momento histórico onde o ministério da cultura foi o primeiro a sofrer uma retaliação sendo rebaixado a uma secretária, atitude desfeita por pressão da classe artística, e, junto a educação e as políticas de promoção da diversidade cultural, colocado como "gastos" desnecessários.
O Papa Julio II temia que a nudez daqueles corpos desviasse a atenção para o que realmente deveria importar, o pagamento da perdição, dos pecados, na posteridade eterna ou os afagos dos campos elísios cristão, resultante de uma vida regrada e compromissada com o divino espirito santo. O pequeno, e seu governo de mentiras, teme o poder do pensamento, e a sua primeira ação é reflexo disso: retirar a proposta de uma Pátria Educadora para um governo que esconde dados sobre suas próprias instituições de ensino. Pequeno não tem um Micheangelo para chamar de seu. Mesmo com o fechamento da agencia brasileira de comunicação para a população, o "esquecimento" de dívidas das concessões de rede pública de comunicação e o "investimento" em propagandas, que deixam bem claro o racismo e o fascismo evidente no seu governo de mentiras, mesmo que cobrissem suas vergonhas, não haveria tinta para esconde-las. Entretanto suas concessões de comunicação e patrocínio, com suas propagandas, garantem que a arte veiculada por elas escondam, ou tentem esconder a destruição de parcos direitos conquistados a duras penas.
Quem passasse pela capela deveria ser tocada pela energia divina e seguir o caminho de deus, não se encantar por aqueles corpos distorcidos em sua beleza naturalista e tão próxima dos homens. Mas quem consome arte e quem pode consumir arte? Quem faz arte e pra quem é feita arte? Quem tem acesso à ela: em museus, bibliotecas, exposições, eventos, escolas etc, e quem tem acesso à sua produção em atelies, escolas ou mesmo em casa. É significante quando a gestão pública "investe" mais de 500 milhões em publicidade e deixa de "gastar" alguns parcos milhões em produções e editais culturais. Editais estes que já fazem parte da "tradição cultural" de se fazer cultura. Quando as Colunas de Trajano foram erguidas, os assírios no poder, fizeram com que lá estivessem as guerras e as vitórias com as quais se fizeram império, assim garantiram que fossem mostrados como grande heróis e não como perdedores: os mortos representados na coluna não são iguais aos assírios ali representados. Assim segue o plano de diretor de governo, patrocinando aqueles que vangloriam seus feitos em detrimento a qualquer outra forma de produção independente.
Campo Grande com toda sua soberba de capital deixa de ter representado em suas produções culturais e artísticas mais de 8 milhões que não se sabe pra onde foram (e nem tem interesse uma vez que arte - dos perdedores - ainda mais AD-vinda de classes subalternas, são coisas fúteis e sem sentidos). As suas ultimas gestões deixaram de pagar editais e nem se cogitaram prestar uma declaração sobre o por quê de tais ações. Indo contrariamente aos próprios acordos conquistados em anos de luta dos atores sociais, envolvidos nas produções da cidade, em conjunto com sua população. Rosa Maria Murtinho em 2011 recebeu das mãos do então prefeito da cidade, a chave do Teatro Municipal do Paço junto à promessa e comprometimento de abri-lo, numa gestão compartilhada entre produtores e administração pública. Estamos esperando que ela venha abrir.
Essa situação reflete bem nossa fruição de arte. Somos acostumados a consumir arte, em sua grande maioria, pelos produtos de rádios e televisão praticamente (internet), não por não querer, mas simplesmente por não haver um acesso facilitado, por exemplo, circulação de transporte público, horários amplos e direcionados, eventos fora dos grandes centros. Nossos heróis e heroínas são construídas nas noites após o jornal. Escolher uma atriz que nada tem a ver com a cidade, ou acrescentou para, apenas pela passagem dela , usando sua imagem para ludibriar com ajuda de jornais e revistas, sem nenhum real compromisso com a gestão de cultura e arte é a política de gestão atual, não só do governo municipal como estadual e nacional. Um intuito mascarado, pois é uma necessidade desse marketing, dessa venda, de destruir o pequeno avanço na redistribuição das diferenças culturais, avanços conseguidos pela ação dos produtores culturais diretamente e indiretamente nas gestões públicas. Assim como Julio II, as gestões atuais ( conseguiram o poder através da força - do dinheiro ou de um golpe-) tentam cobrir nossos corpo nus, utilizando e vangloriando-se dos louros pelas arte produzida com recursos escassos e próprios (o Papa ao menos bancava as custas do dinheiro de quem pagava por uma vaga no céu), com adesivos de janela em hospital público.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Corpos da floresta
Muitos consideram que a sexualidade é algo que todos nós, mulheres e homens, possuímos"naturalmente". Aceitando essa ideia, fica sem sentido argumentar a respeito de sua dimensão social e política ou a respeito de seu caráter construído. A sexualidade seria algo "dado" pela natureza, inerente ao ser humano. Tal concepção usualmente se ancora no corpo e suas suposições de que todos vivemos nossos corpos, universalmente, da mesma forma. No entanto, podemos entender que a sexualidade envolve rituais, linguagens, fantasias, representações, símbolos, convenções.. Processos profundamente culturais e plurais. Nessa perspectiva, nada há de exclusivamente "natural" nesse terreno, a começar pela própria concepção de corpo, ou mesmo de natureza. Através de processos culturais, definimos o que é - ou não - natural; produzimos e transformamos a natureza e a biologia e, consequentemente, as tornamos históricas. Os corpos ganham sentido socialmente. A inscrição dos gêneros - feminino e masculino - nos corpos é feita, sempre, no contexto de uma determinada cultura e, portanto, com as marcas dessa cultura. As possibilidades da sexualidade - das formas de expressar os desejos e prazeres - também são socialmente estabelecidas e codificadas. As identidades de gênero e sexuais são, portanto, composta e definidas por relações sociais, elas são moldadas pelas redes de poder de uma sociedade.
(Pedagogias da Sexualidade - Guacira Lopes Louro - pg 11)
Produção
NAJON
modelos
GUILHERME MORAES
PATRÍCIA SOUZA
JONI LIMA
fotografia
MARINA PACHECO
direção de arte
THIAGO MORAES
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Mistérios Modernistas
Escrever sobre arte ou sobre artistas e suas obras é sempre um desafio. Por vezes é feito sobre grandes dilemas, entre gosto pessoal, material, suporte, linguagem, valor etc. numa série de pressupostos definindo por um conjunto de regras estéticas o que naquele momento se entende como arte. Em filmes que abordam o tema e lançam olhares sobre esses dilemas, podemos observar maneiras que a linguagem cinematográfica aborda e fazem um diálogo entre arte, artista e suas obras. Em Mistério de Picasso de 1955 e Pollock de 2001, dirigido respectivamente por Henri Georges Clozout e Ed Harris, o tema aparece nos artistas e suas pinturas através imagem cinematográfica, e desdobra-se num dialogo entre os artistas retratados, obras e o olhar de cada diretor num documentário-ficcional ou uma ficção-documentada e já em A Dama Dourada de 2015, Simon Curtis utiliza o cinema para contar a historia de como uma das mais conhecidas obras de Gustav Klimt atravessou o atlântico.
Picasso o pintor modernista, através da direção de Henri Clozout, coloca a tela em branco em que pinta, como a tela do cinema, e suas pinceladas vão tomando conta do quadro até a finalização da pintura. Várias pinturas são feitas na tela, Picasso parece fazer um speed painting prevendo já os atuais tutoriais de pintura ou desenho em velocidade acelerada, enquanto uma música clássica acompanha, ganhando dramaticidade, as pinceladas do artista sobre o quadro branco. Entretanto nem Clozout e nem Picasso pretendem fazer do filme um tutorial de pintura, e sim investigar o processo do artista! Essa associação é apresentada já no começo do filme com Clozout falando sobre a apreciação de uma obra de arte, seja, por exemplo, a música de Mozart ou a pintura de Rembrant, e o desconhecimento, de um possível fruidor da obra, do processo que passa o artista durante a pesquisa e produção de sua obra enquanto abre-se uma luz sobre a figura do pintor evocando, na silhueta formada, "O pensador" de Rodin. Acompanhamos Picasso em direção à mesa de desenho, enquanto acende um cigarro, e a câmera nos apresenta seu atelie em preto e branco, modificado, banhado pela luz escolhida pelo diretor e seu fotografo- no caso um Renoir* - construindo um ambiente de mistério em torno da aura do artista gênio. Clozout, ao adentrar o processo de Picasso evocando obras consideradas clássicas constrói a imagem de obra-prima sobre Picasso, deixando que as pinceladas corram sobre a tela num momento de apreciação e troca. O trabalho em conjunto leva a uma discussão sobre a narrativa feita por Picasso nos últimos quadros pintados, que diz "você pediu emoção, eu dei emoção", assina seu nome em um quadro e posiciona-se embaixo do feixe de luz que invade milimetricamente posicionado para colocar o artista de volta em sua aura misteriosa.
Ed Harris por sua vez apresenta o processo de Jackson Pollock através de uma narrativa clássica, com composições coloridas, aúdio acompanhando as reviravoltas gráficas e pontos chaves, mostrando o auge da carreira do "maior pintor modernista da América" e sua conturbada vida familiar e profissional. A história do filme se passa no entre guerras e Ed Harris dirige e atua como Pollock experimentando dessa forma três processos, além da direção e atuação, entender e tentar mostrar indagações do artista retratado recriando a experiencia vivenciada por Pollock. O pintor que foi aclamado pela crítica com seu action-painting, tinha como referência a pintura modernista especialmente abstrata e o surrealismo, tendo contato com Max Ernst e um relacionamento conturbado, devido, principalmente, ao seu alcoolismo, com Lee Krasner, torna-se um marco para o expressionismo abstrato. Picasso já era considerado um gênio da pintura, enquanto Pollock via nele uma inspiração e uma certo sentimento de competição demonstrada em algumas falas, quando Pollock está bêbado com um amigo e ele mesmo se compara à Picasso colocando-se como o próximo "maior pintor modernista" e outra quando Pollock já é reconhecido pela critica e lê no jornal a comparação que fazem com Picasso. Harris usa a composição dos planos, seguindo as entrevistas de Pollock, e coloca a personagem pintando em enquadramentos aéreos e sob seus pés que ao fazer as telas e pretende estar dentro dos quadros, assim como Clouzot e Picasso, e diz sentir-se como parte daquilo quando os faz, assim como o próprio Harris .
Já o filme dirigido por Simon Curtis e produzido pela BBC films (o que me fez lembrar de documentários da BBC em alguns enquadramentos de flashback ) apresenta a história de uma sobrevivente do holocausto judeu e sua busca pela recuperação da memória de sua família, através de pinturas entre elas a obra que Gustav Klimt pintou de sua tia Adele: A Dama Dourada como é conhecida em todo o mundo e faz parte da época dourada de Gustav Klimt. A perda de identidade da obra, enquanto lembrança familiar e tornando-se a identidade de toda uma nação é permeada por lembranças da fuga de Maria Altmam da Austria e sua chegada aos EUA. Simon tem um elenco selecionado a dedo, fazendo uma comparação com Klimt , atores do alto escalão de hollywood como Hellen Mirren, Ryan Reynolds, Max Irons, Katy Holmes dentre outros rostos conhecidos e falas de personagem femininas sobre o papel da mulher, ou mesmo o papel ativo de Altman enquanto fogem da Áustria, fazem o papel do ouro usado por Klimt e a presença da figura feminina em suas telas. No filme algumas obras de Klimt fazem parte do testamento deixado para Altmam e acabam por ser o estopim para as lembranças do nazi-fascismo e suas consequências e então questionando o método com o que a galeria conseguiu ser detentora das obras, advinda de maneiras suspeitas pelas mãos dos nazistas, Altmam e seu advogado enfrentam o estado austríaco pelo direito do quadro. Klimt já estava nas graças de famílias ricas que o contratavam para fazer retratos em 1907, e pinta o Retrato de Adele Bloch Bauer I que acaba virando um ícone para a identidade Austríaca na atualidade, sendo como uma "Monalisa". Simon parece escolher seguir a risca os valores tradicionais da personagem de Hellen dando o valor sentimental e histórico da obra com luz e cenários sóbrios, muito bem colocados tecnicamente, com uma relação em especial a cor dos momentos entre passado e presente de Altmam, ficando mais brilhante e viva no decorrer do presente e adquirindo mais cinza nas memórias do passado. Curtis apresenta o decorrer histórico de uma obra.
Nos dois primeiros filmes fica em evidencia a relação arte e artista enquanto no terceiro obra e artista interferem por ser a peça chave no conflito apresentado. Com um documentário Clouzot monta uma fotografia e manipula o olhar de forma a criar uma aura de fantasia em torno do gênio Picasso e sua obra. Ed Harris constrói planos baseados nas falas de Pollock sobre sua pintura de ação propondo uma percepção visual por meio de imagens intercaladas, enquadramentos subjetivos e videos gráficos musicais. Curtis propõe sua narrativa através da luz e cenários compondo um resgate histórico do ambiente cultural onde foram feitas algumas das últimas obras de Klimt. Os três filmes conseguem, de certa forma, captar alguma faceta dos artistas modernistas com o qual dialogam, na procura sobre o processo da obra, na recomposição das obras, ou no valor adquirido pela obra no decorrer do tempo.
* neto do pintor Jean Auguste Renoir
Texto por Thiago Moraes.
mais:
http://www.klimt.com/
http://www.jacksonpollock.com/
http://www.biography.com/people/pablo-picasso-9440021
http://www.klimt.com/
http://www.jacksonpollock.com/
http://www.biography.com/people/pablo-picasso-9440021
livros indicados:
Após o fim da Arte - Arthur Danto
Técnicas e edição para cinema e video - Dancyger
Técnicas e edição para cinema e video - Dancyger
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Festival de Arte e Tecnologia: Video Mapping entrevista Henrique Roscoe
Esta semana começa o Festival de Arte e Tecnologia 4.0. Realizado pelo curso de graduação em Artes Visuais da UFMS, oferece oficinas, mostra de artes, mesas de discussões e palestras com pesquisadores da PUC e UTFP. Este ano o Festival ofereceu uma oficina de Video Mapping com o Artista Audiovisual Henrique Roscoe que cedeu uma breve entrevista.
Sua formação...
Sou
formado em engenharia eletrônica e comunicação social, habilitação
em publicidade e propaganda, e tenho uma pós em design.
.. e quando surgiu o Mapping?
Quando
comecei a fazer os trabalhos de VJ, editar as imagens ao vivo, mixar
imagens em tempo real em festas e eventos, e depois começou a
acontecer isso no mundo. Como me interessei pela técnica de video
mapping apareceram outros trabalhos e fui fazendo.
Você fala sobre um trabalho mais conceitual...
Na
verdade tenho esse interesse. No trabalho de VJ e na maioria dos
mappings é puramente estético, não tem uma parte muito conceitual,
quando tem é uma coisa mais simples. Como o video mapping e o VJ é
uma técnica, um jeito de fazer, pode-se usar para trabalhos mais
conceituais e/ou experimentais que envolvam mais conteúdo que não seja
só estético. No
projeto Hol, faço isso: música mais imagem, com base num tema,
desenvolvendo um conteúdo. Até o espaço de exibição é diferente.
As exibições deste projeto geralmente são em teatros, festivais e
lugares onde as pessoas estão dispostas a prestar atenção. Como se
estivessem num cinema mas com tudo feito ao vivo. Tanto o VJ quanto
esse projeto, faço tudo ao vivo.
E o Liga-lingha?
O
Ligalingha começou no final do ano passado. junto com o Fabiano
Fonseca e com a ideia de construir instrumento específicos, para
tocar numa performance, de som e de imagem. Controlamos tudo de forma
integrada: os computadores, a parte analógica e os instrumentos.
Tudo tocado ao vivo. Há algumas bases de bateria, pré gravadas, mas
é o tempo inteiro com a gente no palco tocando os instrumentos e,
por exemplo, algumas faixa de midi que controlam outras interfaces.
Isso tudo é sicronizado de forma que o som case com a imagem
resultando num produto bem orgânico.
O que é o Hol?
O Hol é
um projeto meu. Cada ano faço uma performance de 30 a 40
minutos de duração. Desde 2009 fiz três performances diferentes
e agora pretendo fazer mais uma este ano ou no começo do próximo,
mas por enquanto utilizo as que eu já fiz. Tenho uns projetos de
final de ano, comerciais, autorais, etc.
Como veio para o F.A.T. 4.0?
A Venise Melo
entrou em contato comigo, mostrei um pouco do meu trabalho e
conseguimos trazer o workshop. E aqui tá tudo bem, estou gostando.
Achei importante trazer um tipo de trabalho de vj, de mixagem de video e música , além do mapping, porque aqui o pessoal não tem muito contato, quis passar um pouco de
informação sobre isso. Agora a questão é mesmo do exercício. Os
alunos montarão uma instalação para o Festival, passando por
todos os processos desde edição do video, mapeamento e montagem do
equipamento no local.
O produto da oficina será apresentado em frente ao anfi-teatro da UFMS dia 25 de setembro às 18:30 e o Festival de Arte eTecnologia vai até o dia 28 de setembro, confira a programação completa no site www.fat.ufms.br.
FOTOS DA OFICINA POR KARLA CONTE
Thiago Moraes
NAJON
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
F.A.T. 4.0 e BIENAL CENAAGORA
Campo Grande recebe no mês de Setembro dois festivais de grande porte! O primeiro já deu seu ponta pé inicial com grande estilo.
"A primeira edição foi Cena do Mato e esse ano chama-se Cena Agora, e é uma coisa que procuramos manter: cada bienal abordar um tema. Neste ano focamos na produção contemporânea, no hibridismo, etc. Os espetáculos e as oficinas, de uma certa forma, dialogam com outras linguagens: audiovisual, dança, música até com o próprio rádio como o espetáculo do La minima! Então essas linguagens fundem-se na vida cotidiana, na arte, com certeza, exerce uma influêcia muito grande. A ideia da Bienal este ano é trazer a questão da pesquisa em linguagem contemporânea. A gente faz a bienal pra cidade, mais do que para os artistas! Contemplar Campo Grande para que ela, a cidade, possa absorver e consumir a Bienal!"
VITOR HUGO
mercado cênico
Além do Grupo La minima ainda passam pela Bienal Denise Stoklos, Teatro Que Roda, Denis Camargo, Conectivo Corpomancia, Teatro para Alguém, além de cinema, festa no Lendas Pub e música boa com Lilian Maira e os Caramujos!
As oficinas são gratuitas, interessados enviar curriculo, de 10 linhas, para contato@mercadocenico.com.br. Podendo inscrever-se nas 3 oficinas pois são horário diferentes.
E final de setembro acontece o F.A.T. 4.0! Em sua quarta edição o Festival de Arte e Tecnologia traz 3 oficinas, 3 palestras, 18 comunicações, uma mostra de artes e video.
Este ano, com patrocínio da Funarte, o F.A.T. trará uma oficina pré-evento de Videomapping com Henrique Roscoe! E também "Um Laboratório de Humanidades no Contexto da Civilização Tecnológica" com Josemar de Campos e Kamilla Golin, "Tratamento de Imagem Fotográfica com uso de Software Livre" com Alexandre Sogabe e "A imagem Estereo 3D" com Helio de Souza e Sara Grubert.
A oficina pré-evento é gratuita, todas as outras há uma taxa de R$ 20,00. Considerando o número de
vagas limitado em cada oficina,
os interessados em inscrever-se em oficinas devem, antes de efetivar o pagamento
da taxa de inscrição , enviar o furmulário de inscrição preenchido para
o e-mail fat.ufms@gmail.com
solicitando confirmação de vaga. Após o recebimetno da confirmação deverão
efetivar o pagamento da inscrição e enviar o comprovante de pagamento para o
mesmo e-mail, dentro do prazo de 48 horas, para confirmação de efetivação da
inscrição. Entre no site do festival para formulário, informações de depósito e confirmação.(só clicar nas imagens)
O Festival abre as portas para o público no dia 24 às 19h e todas as atividades serão dentro da UFMS. As mesas de comunicações, mostra de artes, de audiovisuais e conferências são abertas ao público(com taxa de R$20,00 para certificado nas conferências).
O F.A.T. é uma realização dos cursos de Artes Visuais e Música, programa de Pós Graduação em Linguagens, CCHSe PREA da UFMS em parceria Desafios Contemporâneos, FUNARTE, Ministério da Cultura e SESC-MS. O IESF e Najon apoiam o festival!
Além de apoio a NAJON estará todos os dias no Festival, trazendo o que de mais interessante passar por lá, além de relatos das oficinas e algumas surpresas que preparamos para vocês!
NAJON
Thiago Moraes
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