sábado, 8 de setembro de 2012

Penso Traço - exposição Thais Galbiati



Dia 5 de setembro abriu no foyer do Centro Cultural Octávio Guizzo a exposição Penso Traço, individual da artista Thais Gabialti. A artista recentemente participou da exposição Dialetos junto de artistas de MS e MT, e foi selecionada para o salão Anapolino de Artes. Fomos ver e admirar seus quadros cheios de cor, utilizando técnicas de desenho e pintura! Confira:












A galeria do Octávio Guizzo fica aberta a visitação de terça à sabado das 08:00 as 22:00 e Domingos e feriados das 14:00 as 18:00.

Thiago Moraes
NAJON

Tutorial: Personalização através da reutilização!


Personalização através da reutilização



A onda do momento é a reutilização de materiais descartados, desde a reciclagem de plásticos até a de madeiras de demolição. A proposta aqui é transformar um móvel velho de sua casa em uma peça integrante da decoração do seu ambiente. A partir de um guarda-roupa velho de compensado, farei um rápido tutorial de como idealizar e montar uma estante, ou qualquer móvel de acordo com as possibilidades e necessidades do seu ambiente.




Comece com um esboço básico, com relações de medidas tendo em vista as dimensões que o móvel terá: faça um planejamento com as partes adquiridas do velho móvel, indicando onde cada peça fica e quais partes farão a sustentabilidade do móvel. Dica: procure escolher as madeiras mais resistentes e sem marcas de degradação.


 
De acordo com os materiais disponíveis (pregos, parafusos e cola de madeira), comece juntando as partes para montar a base do móvel ou o primeiro nível de prateleiras.

Depois crie os pés do móvel de maneira que fique centralizado e que dê uma boa sustentabilidade de acordo com a altura e a largura da futura prateleira.


 
Pronto, temos o primeiro nível do móvel e já da pra ter uma idéia de como irá ficar.

 
Agora estruture os outros níveis de prateleiras de acordo com as possibilidades que o antigo móvel lhe proporcionou e defina o rendimento do material. Estabeleça um parâmetro para que os materiais não acabem no meio da produção.



Continue estruturando os outros níveis, sempre lembrando de dar resistência e sustentabilidade á estrutura do móvel. Quando a estrutura começar a ficar alta de mais para o manuseio das peças, caso necessário, deite-a pra dar continuidade.



















Depois de tudo pronto, levante a estrutura novamente para começar a fixar as laterais de sustentação, o teto e o fundo do futuro móvel.




Finalmente pronto, agora é só pintar, decoupar ou qualquer outro acabamento que adeque-se as suas necessidades. Eu escolhi deixá-lo com a característica da madeira e usar como guarda-roupas.
 
Com a sobras da madeira ainda foi possível produzir um outro móvel. A optimização dos materiais vai lhe propiciar um maior rendimento e aproveitamento.


 
Ferramentas utilizadas:


*serrote ou serra elétrica para corte
*martelo
*esquadro
*fita métrica
*furadeira elétrica
*chaves de fenda, etc (depende do parafuso utilizado)


Materiais utilizados:


*madeiras (mdf, compensado, etc.)
*pregos e parafusos
*cola
*lixas (para acabamento de rebarbas)
 
Joni Lima
NAJON

 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Cia Obscena de arte na 1º Piralhaço!



A Najon teve a oportunidade de receber uma dupla de Salvador que vem mapeando os festivais e convenções de circo no Brasil e na América Latina. Em passagem pela cidade, vão participar da 1ª Piralhaço evento que acontece nos dias 7, 8 e 9 de setembro em Piraputanga.
Segue uma pequena troca de ideias que tivemos:
 
"Somos a Cia. Obscena de arte que surgiu em Salvador, Bahia em 2009. E ela é obscena primeiramente por quebrar com os padrões comuns de arte, em que estamos inseridos ou nos quais estavamos inseridos pois agora nós criamos nosso próprio universo. Sou ator, formado em dança pela UFBA e Inaê também, e faz circo há 3 anos. Neste tramite das linguagens, temos trabalhado tentando ver em que hibridismo dá: o circo com a dança, o palhaço com o teatro, a performance com a comicidade... Somos formados em dança, mas nossa linha de atuação principal é a performance! Mesmo o trabalho de palhaço, e os trabalhos com habilidade circense, pensamos no exercício de performance, e no fazer de cada linguagem individual: saber onde podemos juntar as ideias. No momento estamos viajando pelo Brasil, e numa tournê autonoma vamos mapeando convenções de circo, festivais de circo e de performance na América Latina. Saimos daqui de Campo grande, MS e vamos para o Paraguai e depois para Cordoba e lá faremos uma mini-residência de três dias voltada para performance e intervenção, com tema de violência urbana e dessa oficina já sai uma vernissage! Produzindo e criando dentro das nossas linguagens e deixando que o tempo e a nossa experiência faça o desenho!"  Thiago Enoque O'sabia
 
 "A primeira experiência foi saindo e voltando para casa, fizemos um projeto para circular no nordeste sempre voltando para Salvador, e de maneira autonoma! Fazemos parte de várias redes dentro da web que nos auxilia neste sentido, a rede teatro de rua, fora do eixo, rede se comunicando, sempre informando sobre festivais que acontecem e proporcionando os contatos para que a gente possa circular. O que a gente faz: monta um projeto, mostrando o que já tem: espetáculos, oficinas e cursos,  quando surge um interesse conseguimos hospedagem e apoio. Conseguimos nosso cachê através das inscrições e do nosso trabalho de rua! Fazemos de um tudo na rua! Semáforo, intervenções, rodas de palhaços enfim tudo aquilo que possa dar suporte para fazermos de maneira independente a arte que propomos!" Inaê Moreira
"Mapeamos onde vamos, mas sempre com uma preocupação em levar uma troca, por exemplo em Cordoba nosso contato pediu uma oficina de palhaçaria, acrobacia aérea e capoeira de angola mas lá há muitos palhaços de renome e faz dois anos que não faço acrobacias então optamos para realizar uma oficina de capoeira! Fazemos sempre uma pré-produção com essas redes e na cidade em que passamos, os contatos nos auxiliam. Aqui por exemplo nós tivemos auxilio do Rafael Porto, que faz parte do FDE, do Thiago Moraes da Najon e do grupo Teatro Imaginário Maracangalha! Agora vamos conhecer piraputanga, ministrando a oficina “As armas do Palhaço” e apresentando o espetáculo “Boca Cheia” no 1º Piralhaço!"  Thiago Enoque O'sabia
 
  
O 1º Piralhaço é uma produção do Coletivo de Atividades Culturais Multiplos com apoio do Teatro Imaginário Maracangalha, Cia Simbiose, Cia M'Boitata, Cia Obscena e grupo Coli$ão(UFMS). Além do pessoal de Salvador a Piralhaços também terá a presença de Carlos Anunciato ministrando "Iniciação ao Corpo Cômico" e Thiago Danta e Sorrayla Acosta com "Vivência em Malabares". Mais informações sobre o evento com Luiz Augusto e Saulo Condes.
 
Thiago Moraes
NAJON

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

F.A.T. 4.0 e BIENAL CENAAGORA







Campo Grande recebe no mês de Setembro dois festivais de grande porte! O primeiro já deu seu ponta pé inicial com grande estilo.


A 2ª Bienal de Teatro de Campo Grande soltou sua programação neste último domingo com apresentação na Orla Morena. A companhia La Minima, com o espetáculo "Radio Varieté", recepcionou um público grande, alegre e bonito de ver. Em sua 2ª realização a Bienal leva o nome de CenaAgora e através da variedade de espetáculos aborda o hibridismo utilizado no teatro comtemporâneo.
  
"A primeira edição foi Cena do Mato e esse ano chama-se Cena Agora,  e é uma coisa que procuramos manter: cada bienal abordar um tema. Neste ano focamos na produção contemporânea, no hibridismo, etc. Os espetáculos e  as oficinas, de uma certa forma, dialogam com outras linguagens: audiovisual, dança, música até com o próprio rádio como o espetáculo do La minima! Então essas linguagens fundem-se na vida cotidiana, na arte, com certeza, exerce uma influêcia muito grande. A ideia da Bienal este ano é trazer  a questão da pesquisa em linguagem contemporânea. A gente faz a bienal pra cidade, mais do que para os artistas! Contemplar Campo Grande para que ela, a cidade, possa absorver e consumir a Bienal!"
VITOR HUGO
mercado cênico



Além do Grupo La minima ainda passam pela Bienal Denise Stoklos, Teatro Que Roda, Denis Camargo,  Conectivo Corpomancia, Teatro para Alguém, além de cinema, festa no Lendas Pub e música boa com Lilian Maira e os Caramujos!
As oficinas são gratuitas, interessados enviar curriculo, de 10 linhas, para contato@mercadocenico.com.br Podendo inscrever-se nas 3 oficinas pois são horário diferentes.




E final de setembro acontece o F.A.T. 4.0! Em sua quarta edição o Festival de Arte e Tecnologia traz 3 oficinas, 3 palestras, 18 comunicações, uma mostra de artes e video.

Este ano, com patrocínio da Funarte, o F.A.T. trará uma oficina pré-evento de Videomapping  com Henrique Roscoe! E também "Um Laboratório de Humanidades no Contexto da Civilização Tecnológica" com Josemar de Campos e Kamilla Golin, "Tratamento de Imagem Fotográfica com uso de Software Livre" com Alexandre Sogabe e "A imagem Estereo 3D" com Helio de Souza e Sara Grubert.
 
A oficina pré-evento é gratuita, todas as outras há uma taxa de R$ 20,00. Considerando o número de vagas limitado em cada oficina, os interessados em inscrever-se em oficinas devem, antes de efetivar o pagamento da taxa de inscrição , enviar o furmulário de inscrição preenchido para o e-mail fat.ufms@gmail.com solicitando confirmação de vaga. Após o recebimetno da confirmação deverão efetivar o pagamento da inscrição e enviar o comprovante de pagamento para o mesmo e-mail, dentro do prazo de 48 horas, para confirmação de efetivação da inscrição. Entre no site do festival  para formulário, informações de depósito e confirmação.(só clicar nas imagens)


 
Vale lembrar que a NAJON vai sortear uma vaga para a oficina Um Laboratório de Humanidades... curta nossa página e fica de olho no seu facebook!


 
O Festival abre as portas para o público no dia 24  às 19h e todas as atividades serão dentro da UFMS. As mesas de comunicações, mostra de artes, de audiovisuais e conferências são abertas ao público(com taxa de R$20,00 para certificado nas conferências).
 
O F.A.T. é uma realização dos cursos de Artes Visuais e Música, programa de Pós Graduação em Linguagens, CCHSe PREA da UFMS em parceria Desafios Contemporâneos, FUNARTE, Ministério da Cultura e SESC-MS. O IESF e Najon apoiam o festival!
 
Além de apoio a NAJON estará todos os dias no Festival, trazendo o que de mais interessante passar por lá, além de relatos das oficinas e algumas surpresas que preparamos para vocês!
 
NAJON
Thiago Moraes


terça-feira, 4 de setembro de 2012

O Degradê mais “foda”, é do laranja para o azul


Quem pára e observa o céu de Campo Grande no fim de tarde, sabe do que estou falando: o degradê homogêneo que colore nosso céu é impressionante e inspirador. Mas para uma contemplação sincera e consciente, todos devem ter a sensibilidade apurada para que sua percepção sintonize o ambiente. Algo muito complexo para tempos onde, o dia-a-dia corrido, com horários e prazos dificultam a disponibilidade para o momento contemplativo. Pessoas comuns com todos seus problemas não param para observar o céu, como observarão a arte?
 
Diante de uma preocupação particular, de Arte para além das galerias, chego a este questionamento. E da realidade encontrada dentro dos ônibus, nas ruas, ao conversar além do círculo acadêmico, chego à conclusão de que as pessoas se distanciam do exercício de perceber. Para lembrar: perceber é adquirir conhecimento por meio dos sentidos! Notar, compreender, a percepção é efeito ou causa do perceber. Para os “artistas” isso é comum, pessoas fora deste meio estão com dificuldades, haja visto que o público que consome cultura é o público envolvido com a cultura. Espetáculos teatrais e galerias de arte são as categorias que mais sofrem com esta condição contemporânea, já que a música sempre foi mais acessível e um meio muito utilizado na produção da chamada “cultura de massa”, cultura essa que padroniza gosto e pessoas.


 
 
O desafio da cultura é permanecer viva diante de uma sociedade cada vez mais superficial e/ou globalizada. Não por falta de tentar, pois vários coletivos e instituições se empenham por uma aproximação maior da cultura com o povo, mas o povo mostra-se sem o mínimo de interesse, ao contrário, entregam-se à novelas e rádios, delegando a terceiros, mesmo que inconsciente, a definição de seu próprio juízo de gosto. Para uma sociedade culturalmente ativa, o público deve ter bagagem estética, e através do perceber esmiuçar a produção cultural, e com isso observar a sua volta: cores, formas e volumes.
 
Devemos mostrar a todos, que a passividade contribui para a estagnação, e que sim, todo mundo detém o poder criativo e que ativado de forma correta, seja através da educação formal ou familiar, todo indivíduo deve fazer a diferença. Perceber a si e seu lugar de encaixe, se enquadrando no que mais lhe agrada e auxiliando outros a encontrarem seu caminho. A cultura tem a capacidade de ajudar a abrir os olhos.
 
 








Cícero Rodrigues
NAJON



segunda-feira, 3 de setembro de 2012

EXPOSIÇÕES EM CAMPO GRANDE

EXPOSIÇÕES EM CAMPOGRANDE
 
MARCO:
 Bordados Urbanos, Do Outro Lado, Expansão, Katapumba e Rest in Peace
14 de agosto a 14 de outubro.
 
 
 
 
Alessandra Mastrogiovanni
“Morava em São Paulo quase a vida inteira, e há 6 anos que mudei para Mato Grosso do Sul. Posso dizer que cresci bastante nesse período aqui! Pude ter tranquilidade e mais inspiração, com certeza, por sair de São Paulo, e aqui conquistei credibilidade para expor meu trabalho. Neste salão com as dimensões das obras, me soltei! Minha pincelada é muito vigorosa e trabalho desta maneira: abstrata. A proposta é cada vez mais a pincelada ganhar vida, ganhar espaço, crescer e, por isso, o tamanho dos quadros aumenta até chegar o momento em que, literalmente, saem da tela e transformam-se em objetos tridimensionais.”







 
Laerte Ramos

“Me formei há 15 anos na FAAP, em 2001, e desde então participo em várias exposições pelo Brasil, não só no eixo Rio-São Paulo mas por outras cidades, expondo e promovendo oficinas. Dessa forma chego perto do público que vem à exposição: faço um pouco do trabalho e deixo as pessoas participarem um pouco. Aprendendo também outras culturas, outros fazeres e outras necessidasdes que há aqui! É essa troca de cultura que é fundamental, fechando um ciclo para poder desenvolver outro.
Este projeto é de 2008, e finalizei ele poucos dias antes de vir para Campo Grande. A cerâmica tem um processo bem demorado, ela não conversa com os dias de hoje! Telefone, internet e todas as coisas que exigem uma velocidade de produção muito grande, e a arte contemporânea também exige que a gente fique produzindo, cada vez mais e sempre coisa novas, porém, a cerâmica tem o tempo dela. Se a gente não respeita, perde! E as perdas são grandes!
Gosto de cerâmica porque ela é mágica, trabalhando ela muda de forma, entra no forno de uma forma e sai de outra, sempre tem uma surpresa! Sempre um desafio! Me sinto como um atleta, sempre produzindo e sempre questionando!”



 
Aqui segue um post da Vânia sobre a 3ª temporada de exposição do MARCO 
 
 ARMAZÉM CULTURAL:
 
4 º Salão Horizontes da Arte de Campo Grande - Prêmio Masahiko Fujita
21 de agosto a 2 de semtembro 2012
 



LISTA DE OBRAS SELECIONADAS
 
PINTURA
 
Carol Jordão – TRILHOS NOTURNOS
 
Jamil Canavarros – INSPIRAÇÃO DA ÁGUA
 
Leandro Basualdo – PRISÕES NO DESERTO
 
 Bárbara Escalante _ OLHOS DE SALGADO
prêmio menção honrosa
 
Lúcia Monte Serrat _  SÉRIE TRANSPARENCIA E MOVIMENTO
 
Antonio Lima _ ANOREXIA ”ESPELHO”
Vitor Cure _ POR ONDE ANDA OS SAPATOS
                     MÃOS AO TRABALHO SOB PÉS DESCALÇOS
                                      prêmio categoria
 
Cecílio Vera _ PIRACEMA II E III
Lúcio Laranjeira _ FORMULA 1 DOS BICHOS
                              ESCOLINHA DO PROFESSOR TUIUIU
FOTOGRAFIA
Jean de Lima – LAGO ONÍRICO
Érika Pedroza _ ICARAÍ
                           PÃO DE AÇUCAR RIO NOSTÁLGICO
                          
 
ESCULTURA
Rosilene de Oliveira _ TRÍPTICO PIRACEMA
                                    TRÍPTICO MORENAS
                                     TRÍPTICO UMA FLOR PARA A MORENA
Amélia Preto _ MENINO BRINCANDO COM PIPA
               prêmio conjunto da obra
 
                         MENINA BRIINCANDO COM BAMBOLÊ 
                  CRIANÇAS BRINCANDO DE CIRANDA
 
Betueal Chiosine Paradello _ GAIA
 
INSTALAÇÃO
Galvão Pretto – OSSO DURO
 
Fernando Anghinoni _ CROMO SOMOS
 
Oswaldo Guimarães _ PERCURSO DA IDEIA
                    prêmio categoria
 
 
 VIDEO ARTE
 
Sarah Caíres – POETA DE NAUFRAGIO
 
Thiago Moraes – CAFÉ
 
 
 

O MARCO - Museu de Arte Contemporânea fica na rua
Antonio Maria Coelho - 6000
 
 O Armazém Cultural na  Explanada dos Rodoviários
   Av. Calógeras 3110 - Centro
 

NAJON
Thiago Moraes