Mais uma vez houve o Ato poético A um PAÇO da abertura! Por 1% garantindo em lei! E a abertura do Teatro do Paço em frente a prefeitura( fechado há 20 anos, e promessa de reabertura há dois anos).
Os artistas fizeram uma pequena passeata ao redor do teatro e finalizaram com a apresentação do grupo Desnudos Del Nombre!
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domingo, 27 de fevereiro de 2011
Ato Poético 3 dia!
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sábado, 19 de fevereiro de 2011
7 Perguntas para Essi!
Campo Grande exibiu sábado dia 05 de fevereiro o curta-metragem “Ela veio me ver”. A história de dois adolescentes em seu primeiro encontro. Filmado e produzido em Campo Grande, estreado na Mostra de Cinema de Tiradentes(janeiro 2011), selecionado para o Chicago Latino Film Festival e, esta semana, em turnê nacional no 3° Festival do Júri Popular! Fomos atrás do Essi Rafael, idealizador do curta, para um bate-papo rápido!
Por que o uso do cinema?
Eu acho que o cinema te transporta, é um lugar que eu me sinto bem. Desde criança, você entra no cinema e sente emoções que às vezes na vida, sua vida cotidiana, você não sente. Eu acho que o cinema é uma expressão muito forte, é a vida concentrada. O cineasta e toda a equipe trabalham para nessas duas horas condensar elementos muito importantes da vida. E eu acho que no cinema tem um sentimento forte! Eu não esqueço, de quando criança, você vai, você fica impressionado e quer voltar toda vez, tem uma envolvimento emocional muito grande que você não encontra na vida cotidiana.
Como foi o processo de produção do Curta “Ela veio me ver”?
Quando a gente passa pro lado de trás da produção é tudo mais trabalhoso, né? Não tem nenhum segredo. É relativamente simples, mas é trabalhoso você tem que correr atrás de uma série de coisas. Começando pelo, no caso, dinheiro se você quer trabalhar com uma equipe maior, com uma estrutura maior. Conseguir dinheiro não é fácil e quando você consegue às vezes é pouco, todo mundo ganha mal e tem toda a questão: que você lida com gente, com uma equipe grande. Você tem que aprender a lidar com as pessoas. E até como crescimento individual! To no começo de carreira, eu tenho muita coisa para aprender como todo mundo aqui. Tenho muito a aprender. Então é um processo bem complicado, cinema por ser uma arte coletiva assim que junta várias artes, que você trabalha com som, com imagem, com música, com atuação, teatro, é muita coisa. Então tem uma dificuldade muito grande de juntar tudo isso e fazer uma obra bacana que tenha algum sentimento disso tudo mas.. é isso aí se você gosta você tem que correr atrás. Foi difícil, dois anos de produção, mas é isso aí o tempo médio de produção, no Brasil, é por aí mesmo!
Com a exibição do cinemark, em Campo Grande como você vê a relação do cinema e exibição aqui. O que você acha de toda a situação do cinema agora aqui, especificamente, e no Brasil?
É complicado! A situação do cinema não está numa época legal. Aqui em Campo Grande, especificamente, o Cinecultura fechou, e já não era muito bem freqüentado. Também já diz muito da situação, mas a verdade grande parte do cinema brasileiro as pessoas desconhecem. O que é uma pena! Eu fiquei muito feliz com a exibição no Cinemark, por que teve um comparecimento grande, mas é um público bem especifico! Realmente é um público bem especifico, voltado e com interesse bem particular de cultura. Não é aberto pro grande público, vamos dizer assim. Isso ainda está bastante deficiente. O nosso nicho, assim, onde a gente pode por o filme, é esse local, mais especifico mesmo: festivais de cinema, freqüentados por pessoal da área. Eu não sei, acho que ainda tem que melhorar muito! Se você for ver o que tá em cartaz não tem muita opção nacional, e tem filmes muito bons brasileiros. Também não é fácil se você olhar ao redor do mundo, na verdade a questão é complexa em todo lugar! Se for nos Estados Unidos também é assim, se for na Europa. Então não adianta ficar penalizando-se, enquanto realizador você tem que tentar fazer uma obra que te satisfaça, que você tenha orgulho, e que você tente passar o que você pode passar, se você puder avançar em alguma coisa, ótimo! Mas a gente tem que jogar com o que você pode fazer. Se dá pra passar aqui no Cinemark, vamos passar, se dá pra passar nas escolas, vamos passar nas escolas. Faz o possível, mas não é exatamente uma situação boa!
Aqui em campo grande, tenho visto surgir bastante cineclubes, você pretende passar em cineclubes? E como fazer essa distribuição, não só desse, mas dos próximos curtas?
Os cineclubes. É uma alternativa super viável, acho que é uma das grandes opções que a gente tem de trabalhar. Com certeza, vamos passar em cineclube também e a gente tem o Fora do Eixo que é uma organização que está surgindo agora, que tem toda uma rede de cineclubes, que eu acho que está crescendo bem. DF5. É exatamente. E poxa é um caminho super viável que você bota o filme em circulação por vários cineclubes pelo Brasil. Enfim eu acho super bacana participar de cineclube.
O filme trata de um relação adolescente mas não é só para adolescente, qual seu olhar sobre o filme?
É sobre adolescente! É realmente, você está me confundindo. Eu quis fazer assim a gente tem uma certa ingenuidade na adolescência, mas essa ingenuidade traz uma certa dor também né? É um jogo que a gente está descobrindo certas coisas e também começa a descobrir a dor, a gente fica machucado. Com certos sentimentos. Parecem tão puros e ingênuos. Para mim, era muito importante retratar de uma forma, sei lá, que dê pra sentir uma alma ali, uma veracidade, essa situação do adolescente. Assim, você quando tem um sentimento, você gosta de alguém, você não sabe, exatamente, o que fazer com ele, o que transformar, o que fazer desses sentimentos. Por que você vê as referências de televisão, tudo parece que é super simples né? E tudo ao redor! E aí chega na hora, você não entende mas por que é tão difícil?! Eu não sei. Eu acho que seria um pouquinho de angustia junto com essa ingenuidade. A ingenuidade trazendo também um pouquinho de dor. Isso ae. Do ponto de vista da historia.
Por que filmar em campo grande?
Ah, por que Campo Grande é minha segunda cidade, eu sou de Aquidauana, mas Campo Grande sempre foi a cidade que ia fim de semana, sempre era. Eu acho assim filmar em casa tem um sabor especial. Você pode, acho que essa historia pode tranquilamente passar em qualquer cidade, assim, não vai alterar os rumos da estória. Fazer cinema em casa tem um gosto bastante especial dá um orgulho. Poxa! É onde você se sente mais confortável, né? São ruas que eu realmente passei na minha vida, são coisas, locais que eu conheço eu vivi. Para mim como realizador dá um gostinho a mais, mas faz diferença!
E algumas palavras pra quem está começando e pra quem gosta.
Primeira coisa que você tem que ter é perseverança. Não! O primeiro de tudo: você tem de gostar, né? Gostando muito você tem que ser muito paciente, viu? Às vezes não dá certo de cara. Até você entender mais ou menos como é que funciona o mundo de uma forma razoável, que você pode ter uma autonomia. O que fazer. Por que a primeira coisa é saber o que fazer. Não é tão fácil quanto parece! A gente diz “ah vou fazer filme”, mas não é exatamente bem assim, né? Então a agente vai se estruturando aos poucos, a recomendação maior é ter perseverança, ter senso crítico e procurar melhorar sempre. E você vai vendo os meios de exibição, que seja Youtube, o que for mais condizente com o seu estado atual e o que você pode fazer no momento. Se você tem uma camerazinha: filmar e botar na internet,faça isso! Se você tem uma condição de fazer uma coisa um pouquinho maior: faz um pouquinho maior. Mas é isso ai! Sempre com vontade, perseverança, acho que é a única coisa que dá pra falar!
Por que o uso do cinema?
Eu acho que o cinema te transporta, é um lugar que eu me sinto bem. Desde criança, você entra no cinema e sente emoções que às vezes na vida, sua vida cotidiana, você não sente. Eu acho que o cinema é uma expressão muito forte, é a vida concentrada. O cineasta e toda a equipe trabalham para nessas duas horas condensar elementos muito importantes da vida. E eu acho que no cinema tem um sentimento forte! Eu não esqueço, de quando criança, você vai, você fica impressionado e quer voltar toda vez, tem uma envolvimento emocional muito grande que você não encontra na vida cotidiana.
Como foi o processo de produção do Curta “Ela veio me ver”?
Quando a gente passa pro lado de trás da produção é tudo mais trabalhoso, né? Não tem nenhum segredo. É relativamente simples, mas é trabalhoso você tem que correr atrás de uma série de coisas. Começando pelo, no caso, dinheiro se você quer trabalhar com uma equipe maior, com uma estrutura maior. Conseguir dinheiro não é fácil e quando você consegue às vezes é pouco, todo mundo ganha mal e tem toda a questão: que você lida com gente, com uma equipe grande. Você tem que aprender a lidar com as pessoas. E até como crescimento individual! To no começo de carreira, eu tenho muita coisa para aprender como todo mundo aqui. Tenho muito a aprender. Então é um processo bem complicado, cinema por ser uma arte coletiva assim que junta várias artes, que você trabalha com som, com imagem, com música, com atuação, teatro, é muita coisa. Então tem uma dificuldade muito grande de juntar tudo isso e fazer uma obra bacana que tenha algum sentimento disso tudo mas.. é isso aí se você gosta você tem que correr atrás. Foi difícil, dois anos de produção, mas é isso aí o tempo médio de produção, no Brasil, é por aí mesmo!
Com a exibição do cinemark, em Campo Grande como você vê a relação do cinema e exibição aqui. O que você acha de toda a situação do cinema agora aqui, especificamente, e no Brasil?
É complicado! A situação do cinema não está numa época legal. Aqui em Campo Grande, especificamente, o Cinecultura fechou, e já não era muito bem freqüentado. Também já diz muito da situação, mas a verdade grande parte do cinema brasileiro as pessoas desconhecem. O que é uma pena! Eu fiquei muito feliz com a exibição no Cinemark, por que teve um comparecimento grande, mas é um público bem especifico! Realmente é um público bem especifico, voltado e com interesse bem particular de cultura. Não é aberto pro grande público, vamos dizer assim. Isso ainda está bastante deficiente. O nosso nicho, assim, onde a gente pode por o filme, é esse local, mais especifico mesmo: festivais de cinema, freqüentados por pessoal da área. Eu não sei, acho que ainda tem que melhorar muito! Se você for ver o que tá em cartaz não tem muita opção nacional, e tem filmes muito bons brasileiros. Também não é fácil se você olhar ao redor do mundo, na verdade a questão é complexa em todo lugar! Se for nos Estados Unidos também é assim, se for na Europa. Então não adianta ficar penalizando-se, enquanto realizador você tem que tentar fazer uma obra que te satisfaça, que você tenha orgulho, e que você tente passar o que você pode passar, se você puder avançar em alguma coisa, ótimo! Mas a gente tem que jogar com o que você pode fazer. Se dá pra passar aqui no Cinemark, vamos passar, se dá pra passar nas escolas, vamos passar nas escolas. Faz o possível, mas não é exatamente uma situação boa!
Aqui em campo grande, tenho visto surgir bastante cineclubes, você pretende passar em cineclubes? E como fazer essa distribuição, não só desse, mas dos próximos curtas?
Os cineclubes. É uma alternativa super viável, acho que é uma das grandes opções que a gente tem de trabalhar. Com certeza, vamos passar em cineclube também e a gente tem o Fora do Eixo que é uma organização que está surgindo agora, que tem toda uma rede de cineclubes, que eu acho que está crescendo bem. DF5. É exatamente. E poxa é um caminho super viável que você bota o filme em circulação por vários cineclubes pelo Brasil. Enfim eu acho super bacana participar de cineclube.
O filme trata de um relação adolescente mas não é só para adolescente, qual seu olhar sobre o filme?
É sobre adolescente! É realmente, você está me confundindo. Eu quis fazer assim a gente tem uma certa ingenuidade na adolescência, mas essa ingenuidade traz uma certa dor também né? É um jogo que a gente está descobrindo certas coisas e também começa a descobrir a dor, a gente fica machucado. Com certos sentimentos. Parecem tão puros e ingênuos. Para mim, era muito importante retratar de uma forma, sei lá, que dê pra sentir uma alma ali, uma veracidade, essa situação do adolescente. Assim, você quando tem um sentimento, você gosta de alguém, você não sabe, exatamente, o que fazer com ele, o que transformar, o que fazer desses sentimentos. Por que você vê as referências de televisão, tudo parece que é super simples né? E tudo ao redor! E aí chega na hora, você não entende mas por que é tão difícil?! Eu não sei. Eu acho que seria um pouquinho de angustia junto com essa ingenuidade. A ingenuidade trazendo também um pouquinho de dor. Isso ae. Do ponto de vista da historia.
Por que filmar em campo grande?
Ah, por que Campo Grande é minha segunda cidade, eu sou de Aquidauana, mas Campo Grande sempre foi a cidade que ia fim de semana, sempre era. Eu acho assim filmar em casa tem um sabor especial. Você pode, acho que essa historia pode tranquilamente passar em qualquer cidade, assim, não vai alterar os rumos da estória. Fazer cinema em casa tem um gosto bastante especial dá um orgulho. Poxa! É onde você se sente mais confortável, né? São ruas que eu realmente passei na minha vida, são coisas, locais que eu conheço eu vivi. Para mim como realizador dá um gostinho a mais, mas faz diferença!
E algumas palavras pra quem está começando e pra quem gosta.
Primeira coisa que você tem que ter é perseverança. Não! O primeiro de tudo: você tem de gostar, né? Gostando muito você tem que ser muito paciente, viu? Às vezes não dá certo de cara. Até você entender mais ou menos como é que funciona o mundo de uma forma razoável, que você pode ter uma autonomia. O que fazer. Por que a primeira coisa é saber o que fazer. Não é tão fácil quanto parece! A gente diz “ah vou fazer filme”, mas não é exatamente bem assim, né? Então a agente vai se estruturando aos poucos, a recomendação maior é ter perseverança, ter senso crítico e procurar melhorar sempre. E você vai vendo os meios de exibição, que seja Youtube, o que for mais condizente com o seu estado atual e o que você pode fazer no momento. Se você tem uma camerazinha: filmar e botar na internet,faça isso! Se você tem uma condição de fazer uma coisa um pouquinho maior: faz um pouquinho maior. Mas é isso ai! Sempre com vontade, perseverança, acho que é a única coisa que dá pra falar!
Manifesto: A um PAÇO da abertura! Sexta dia 18/02
Segunda dia de manifestação em frente a prefeitura de Campo Grande!
Os artistas pedem o cumprimento das políticas públicas para a cultura e o pagamento de editais do ano passado, como o fomteatro e fmic!
O ato poético foi pacifico, com a apresentação do mágico Rick Thibau e participação de crianças e pessoas que passavam pelo local!
A manifestação continuará até dia 27 de março, todas as sextas feiras! Próxima sexta, dia 25, será 16:30. Com apresentação do grupo Desnudos Del Nombre!
Os artistas pedem o cumprimento das políticas públicas para a cultura e o pagamento de editais do ano passado, como o fomteatro e fmic!
O ato poético foi pacifico, com a apresentação do mágico Rick Thibau e participação de crianças e pessoas que passavam pelo local!
A manifestação continuará até dia 27 de março, todas as sextas feiras! Próxima sexta, dia 25, será 16:30. Com apresentação do grupo Desnudos Del Nombre!
domingo, 13 de fevereiro de 2011
A ARTE DO COMUM!
Em tempos de imagens e video e milhões de informações não queremos inventar a roda então segue video da revista do cinema brasileiro com Neville D'almeida
A Najon tem o mesmo intuito do que Neville diz: "que arte é transformação, a arte é transmutação, é não ficar preso... a arte é para o povo", e seja ela boa ou ruim, pagã ou religiosa de que forma for a Najon, quer mostrar, quer interagir, quer fazer, quer comer, quer sentir essa arte. Se ela vier da cultura local, ou da cultura de fora, se ela vier de uma mente ou de duas mentes ou de três mentes, insanas ou "normais". Que ela seja explorada pelo humano que há em todos os humanos, em todos os cães, gatos, pássaros, mineral ou vegetal!
E especialmente dar suporte para que essa Arte seja reconhecida e valorizada!
O ano de 2009 e 2010 foi muito importante, digo particularmente, sou um grande fã de todas as manifestações artísticas, do simples desenho ao complexo cinematografo, e pude participar de duas produções de cinema, na realização de um festival, e uma intervenção teatral graças ao meu interesse, claro! E nisso pude perceber e conhecer gente que faz arte ou que faz cultura ou que só ajuda ou que faz tudo isso junto! Alguns ganham e amam, alguns trabalham e amam, e alguns apenas amam. Todos eles profissionais no que fazem ou estudantes dedicados. Uns são desde de pequeno, outros já começaram grandes, uns pela vida inteira, alguns pela metade da vida, outros por um curto período. E isso me fez ver o grande universo que é a arte! Seja ela para entreter, educar, vender ou junto a várias áreas de conhecimentos em que pode ser utilizada. Também vi o quanto essa arte, essas pessoas não aparecem no médium de forma critica e interessada. Mas há pessoas que trabalham para isso acontecer e espero que a najon seja mais uma força para impulsionar a vivência da arte produzida aqui ou no mundo! Fazer isso juntando quem faz!
Para que as pessoas revivam a prática dos modernistas do começo de século XX de conhecimento, educação,e a sua antropofagia, "comer" o que acha que é bom para você na Arte, e numa prática pós modernista de começo de século XXI, utilizando todas as novas e velhas ferramentas de comunicação: compartilhando isso com todos que partilham dessa idéia! Eu sou apenas um estudante de artes e farei o possivel para colocar aqui e em todos os lugares possíveis o que os artistas de campo grande fazem, onde fazem, como fazem e como nós podemos consumir essa arte!
Espero contar com todos os artistas daqui e de fora, (amigos ou inimigos!!) com artigos, entrevistas, e sua produção. E que possam contar com a NAJON!
É com essa idéia que se formou a Najon espero que ela possa ser lhes útil de alguma forma! como disse no começo do texto não quero inventar a roda mas se posso fazer uma... que seja da utilidade de muitos!
E segue também um video sobre as relações politicas do Brazil e a "TV" por uma empresa inglesa, o video tem 1:30:00 de duração recomendo assistir com pipoca e um refri!
E pra terminar a Najon apoia o movimento do Teatro: A UM PAÇO DA ABERTURA! Com cobertura exclusiva! Você vai clicar por aqui!!!
E repudia qualquer forma de repressão ou intimidação que surgem de um poder público que acolhe a decisão de uma pequena elite empresarial e detentora de quase todas as formas de comunicação como ocorre com a "lei do silêncio", a mudança do local de carnaval e até mesmos mudanças como da feira livre de lugar por caprichos de uma "organização religiosa", a retirada dos trilhos e outras "mudanças"que não são "vistas"!
Agradeço sua visita aqui e espero que volte!
Thiago Menezes de Albuquerque*
*nome "artistico" num post próximo talvez eu diga o por quê!
A Najon tem o mesmo intuito do que Neville diz: "que arte é transformação, a arte é transmutação, é não ficar preso... a arte é para o povo", e seja ela boa ou ruim, pagã ou religiosa de que forma for a Najon, quer mostrar, quer interagir, quer fazer, quer comer, quer sentir essa arte. Se ela vier da cultura local, ou da cultura de fora, se ela vier de uma mente ou de duas mentes ou de três mentes, insanas ou "normais". Que ela seja explorada pelo humano que há em todos os humanos, em todos os cães, gatos, pássaros, mineral ou vegetal!
E especialmente dar suporte para que essa Arte seja reconhecida e valorizada!
O ano de 2009 e 2010 foi muito importante, digo particularmente, sou um grande fã de todas as manifestações artísticas, do simples desenho ao complexo cinematografo, e pude participar de duas produções de cinema, na realização de um festival, e uma intervenção teatral graças ao meu interesse, claro! E nisso pude perceber e conhecer gente que faz arte ou que faz cultura ou que só ajuda ou que faz tudo isso junto! Alguns ganham e amam, alguns trabalham e amam, e alguns apenas amam. Todos eles profissionais no que fazem ou estudantes dedicados. Uns são desde de pequeno, outros já começaram grandes, uns pela vida inteira, alguns pela metade da vida, outros por um curto período. E isso me fez ver o grande universo que é a arte! Seja ela para entreter, educar, vender ou junto a várias áreas de conhecimentos em que pode ser utilizada. Também vi o quanto essa arte, essas pessoas não aparecem no médium de forma critica e interessada. Mas há pessoas que trabalham para isso acontecer e espero que a najon seja mais uma força para impulsionar a vivência da arte produzida aqui ou no mundo! Fazer isso juntando quem faz!
Para que as pessoas revivam a prática dos modernistas do começo de século XX de conhecimento, educação,e a sua antropofagia, "comer" o que acha que é bom para você na Arte, e numa prática pós modernista de começo de século XXI, utilizando todas as novas e velhas ferramentas de comunicação: compartilhando isso com todos que partilham dessa idéia! Eu sou apenas um estudante de artes e farei o possivel para colocar aqui e em todos os lugares possíveis o que os artistas de campo grande fazem, onde fazem, como fazem e como nós podemos consumir essa arte!
Espero contar com todos os artistas daqui e de fora, (amigos ou inimigos!!) com artigos, entrevistas, e sua produção. E que possam contar com a NAJON!
É com essa idéia que se formou a Najon espero que ela possa ser lhes útil de alguma forma! como disse no começo do texto não quero inventar a roda mas se posso fazer uma... que seja da utilidade de muitos!
E segue também um video sobre as relações politicas do Brazil e a "TV" por uma empresa inglesa, o video tem 1:30:00 de duração recomendo assistir com pipoca e um refri!
E pra terminar a Najon apoia o movimento do Teatro: A UM PAÇO DA ABERTURA! Com cobertura exclusiva! Você vai clicar por aqui!!!
E repudia qualquer forma de repressão ou intimidação que surgem de um poder público que acolhe a decisão de uma pequena elite empresarial e detentora de quase todas as formas de comunicação como ocorre com a "lei do silêncio", a mudança do local de carnaval e até mesmos mudanças como da feira livre de lugar por caprichos de uma "organização religiosa", a retirada dos trilhos e outras "mudanças"que não são "vistas"!
Agradeço sua visita aqui e espero que volte!
Thiago Menezes de Albuquerque*
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